Ai que tristeza infinita
Minha alma chora e grita
Neste dia feio e nublado
Em que não tenho você ao meu lado
Minha vontade é de partir
Sem saber pra onde ir
Quisera talvez a morte encontrar
Pois nesta vida não há mais lugar
Onde eu possa me esconder
Pois tudo faz lembrar você.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Saco de querência
Quando somos fecundados no ventre de nossa mãe, nasce conosco um reservatório onde recebemos e guardamos todo amor que nos chega: dos pais quando somos amados e desejados por eles; dos avós, dos tios, primos, amigos, enfim, todos do círculo de relações em cujo contexto estamos. Quando nascemos, este reservatório quase transborda de tanto amor. Com o correr dos anos cabe a cada um de nós zelar pelo nível do conteúdo para que não diminua e continue crescendo... Nisso está o segredo de um futuro alegre e feliz ou triste e solitário. Necessàriamente, quer queiramos ou não, o nível irá cair sempre que um dos que nos amam deixe o nosso mundo - ( a quantidade de amor que nos dedicava não existirá mais, e diminuirá no reservatório ) – e, como ninguém fica para semente...
Então, no decorrer de nossas vidas devemos sempre praticar boas ações, fazer amizades sadias, criar um círculo de amor, fraternidade, solidariedade, de modo que nossos reservatórios de amor continuem a crescer e em assim sendo, transborde amor para todos que de nós se aproximem.
Os que não fazem isso, o reservatório secará e eles fenecerão solitários e tristes.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
Então, no decorrer de nossas vidas devemos sempre praticar boas ações, fazer amizades sadias, criar um círculo de amor, fraternidade, solidariedade, de modo que nossos reservatórios de amor continuem a crescer e em assim sendo, transborde amor para todos que de nós se aproximem.
Os que não fazem isso, o reservatório secará e eles fenecerão solitários e tristes.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
O PODER DA IMPRENSA
Se hoje, os jornais estão cheios de manchetes do tipo: bebês abandonados no carro, jogados no lixo, achados no forno, fico a imaginar o que acontecerá quando os deputados copiarem as legislações Francesas e Holandesas que permitem as relações sexuais nos parques públicos. É aí, que dando seqüência ao pensamento, que verifico a podridão diária lançada à opinião pública através da mídia, formando uma geração amoral e desvinculada de compromissos sérios de manutenção da célula sagrada originária da humanidade que é a família. Manchetes de filho matando pai, pai matando filho, menino matando irmão, pai estuprando filha, rapaz morrendo por uso de drogas, ou nas mãos de traficante, tudo isso em número avassalador, levando os leitores a um convívio diário com tais lixos e fazendo com que estes se tornem “normais” e fazendo parte da vida cotidiana. A imprensa está dando ibope para os marginais. Está gastando espaço com lixo ao invés de promover um crescimento moral e ético dos leitores. Fala-se que o povo gosta é disso. Será verdade ou ele foi forçado a gostar por não ter outras opções? Por exemplo, ainda essa semana li no jornal que um estuprador foi linchado. Prefiro esta noticia ou outras que tais: traficante morto pelo pai de usuário de drogas; seqüestrador preso e morto por familiares do seqüestrado. Dirão que estou fazendo apologia da violência e insuflando o povo a fazer justiça pelas próprias mãos. Mas se isto acontecer será melhor do que ver o mundo sendo nocauteado pelos valores malignos da impunidade e valorização pública dos criminosos. O que se gasta para proteger os Fernandinhos Beira Mar da vida, com escoltas de helicópteros, carros, aviões; com o próprio governador de um estado como São Paulo ir para a televisão declarar que não tem como dar segurança para um preso tão importante, é inacreditável, inaceitável e um atestado completo de insanidade moral, cívica, ética e profissional.
Sugeriria à mídia, que ao invés de dar manchetes aos criminosos, comece a dar manchetes a coisas saudáveis e que possam ajudar favoravelmente na formação de uma geração mais comprometida com os valores morais, éticos e religiosos que são verdadeiramente o sustentáculo de uma humanidade mais justa e solidária no amor.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
Sugeriria à mídia, que ao invés de dar manchetes aos criminosos, comece a dar manchetes a coisas saudáveis e que possam ajudar favoravelmente na formação de uma geração mais comprometida com os valores morais, éticos e religiosos que são verdadeiramente o sustentáculo de uma humanidade mais justa e solidária no amor.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
quarta-feira, 4 de junho de 2008
O mundo virtual e seus perigos
Com os “olhos nos olhos”, normalmente ainda corremos o risco de sermos enganados com mentiras e outras coisas mais, imagine o amigo que me lê, o perigo que corremos quando nos relacionamos com outros seres humanos, escondidos atrás da imagem virtual. Estou escrevendo sobre isso exatamente por causa de um acontecido. Estou cansado de ler e ouvir casos escabrosos de pedofilia, drogas, aliciamento de menores nestas centrais de relacionamento virtual, que ao ver minha neta com sua amiguinha conversando no Orkut, fiquei deveras preocupado não só com elas mas também com centenas de outras crianças indefesas, ingênuas e desprovidas de esclarecimentos dos perigos que estão correndo. Atrás da máquina, normalmente com sujeiras na mente, sempre tem criminosos, bandidos, pedófilos, seqüestradores, estupradores, enfim, os covardes sempre agem escondidos, traiçoeiramente e sempre contra alvos fáceis como as crianças. O que poderemos fazer?... Em primeiro lugar nos entregarmos e aos nossos entes queridos, à guarda de Deus. Em segundo lugar ficar de olhos e ouvidos abertos às movimentações cibernéticas de nossos filhos e netos procurando evitar que entrem em tais relacionamentos. Em terceiro lugar, movimentarmos-nos procurando detectar os perigos e mostrando tudo que acontece em tais centrais de relacionamentos que podem ser prejudicial ao desenvolvimento sadio de nossas crianças.
Respeito ao direito de morrer com dignidade
A vida tem várias etapas que percorremos normalmente sem preconceitos, sem medos, sem constrangimentos: passamos pela infância onde temos a educação de berço chegamos a puberdade, ficamos adultos, estudamos, casamos, temos filhos, depois netos, chegamos a maturidade, à velhice, aí... a morte é a única etapa que todos criam fantasmas sobre ela, criam medos, envolvem-na de tristezas, chamam-na de choque doloroso, e no entanto é uma etapa normal obrigatória e pela qual todos nós vamos passar independentemente de posições sociais, de sabedoria, de riqueza... ela é a ponte de transposição de uma vida para outra, ponte pela qual passarão todos: pobre, ricos, reis, rainhas, pretos, brancos, bandidos, santos, ninguém escapa de passar por essa ponte. Se durante a existência temos direito de estudar nessa ou naquela escola, temos o direito de casar, temos o direito de habitar, de trabalhar, enfim temos o direito de dirigir a nossa vida do jeito que quisermos e de acordo com as normas legais de relacionamento humano, temos também o direito de morrer em paz, com respeito e sem imposições outras que sejam contrárias a nossa vontade. Dito isso, exemplifico: respeito os princípios de todas as pessoas mas tenho para mim que se for acometido de uma parada cardíaca, não quero que me ressuscitem com máquinas; se estiver doente, os médicos disserem que na medicina não há mais recursos, que só Deus pode me curar: não me deixem ligado em máquinas em estado de vida vegetativa. Fujo de u.t.i.s e c.t.i.s como diabo foge da cruz... Isto tudo que escrevi é oriundo de acontecimento recente em que uma senhora de 89 anos que ficou 15 dias na u.t.i, onde teve infarto do miocárdio, saiu do c.t.i ficou 3 dias no quarto com os familiares, voltou a passar mal e os médicos disseram: se ela ficar no quarto morrerá ainda esta noite, se for para o c.t.i durará ainda algum tempo. Quando falaram isso, a família pediu que a deixassem morrer com dignidade entre as pessoas que ama sem a frieza de estranhos e de ambiente e de máquinas... os médicos não respeitaram a vontade das filhas, genros, netos e bisnetos em favor do respeito ao direito de morrer com dignidade cercada do carinho e do amor de todos que acompanhou a vida toda. Levaram-na para o c.t.i as 21 horas do dia 21 de Maio de 2008 e ela faleceu as 06:40 horas do dia 22 de Maio de 2008.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
AMOR CONTIDO
Tenho medo. De que?
Não sei o porque.
Sou feliz. Entretanto,
Isto eu lhe garanto,
Ao invés de alegre ficar,
De feliz eu me por a cantar,
Eis-me triste angustiado,
Ao viver meu amor calado.
Serei diferente no amar?
Ou só aprendi a chorar
Nesta vida de desamores
De poucas venturas e muitas dores,
Que me faz assim tão medroso
Triste e até rancoroso
Com este destino malvado!
Que me perdoem o pecado
De ir contra a sina da vida
Que em mim só tem feito feridas.
Talvez por isto agora
Tenha medo de por para fora
A alegria desta paixão
Que explode em meu coração.
Não sei o porque.
Sou feliz. Entretanto,
Isto eu lhe garanto,
Ao invés de alegre ficar,
De feliz eu me por a cantar,
Eis-me triste angustiado,
Ao viver meu amor calado.
Serei diferente no amar?
Ou só aprendi a chorar
Nesta vida de desamores
De poucas venturas e muitas dores,
Que me faz assim tão medroso
Triste e até rancoroso
Com este destino malvado!
Que me perdoem o pecado
De ir contra a sina da vida
Que em mim só tem feito feridas.
Talvez por isto agora
Tenha medo de por para fora
A alegria desta paixão
Que explode em meu coração.
BARCA DA VIDA
Quero vagar novamente
Suave e tranqüilamente
Por sobre as ondas da vida
Numa existência comprida
Com muito amor e carinho.
A barca será meu ninho
Minha mulher será o leme
Os filhos serão os remos
E todos juntos a cantar
Haveremos de chegar
Ao objetivo comum
Que é de todos e de um
Ser feliz simplesmente,
Amarmos muito, ser gente.
Suave e tranqüilamente
Por sobre as ondas da vida
Numa existência comprida
Com muito amor e carinho.
A barca será meu ninho
Minha mulher será o leme
Os filhos serão os remos
E todos juntos a cantar
Haveremos de chegar
Ao objetivo comum
Que é de todos e de um
Ser feliz simplesmente,
Amarmos muito, ser gente.
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