No plano comum no cidadão, hoje em dia quem não quer pagar uma divida, fala para a outra parte entrar na justiça, tal é a certeza de sua inexistência ou lentidão infinita que propiciará transferência de credito de geração para geração. É a legislação das entre linhas, dos subterfúgios jurídicos que espezinham o direito real, é o direito formal ( processual ) com seus prazos, vírgulas, oficiais de justiça muitas vezes não éticos, muitos juizes sem isenção, excesso de prazos a serem vigiados, excesso de ações que visam exatamente não serem julgadas, acordos e cambalachos de partes inescrupulosas, enfim, um corredor de tramitação judicial mal cheiroso e indigno de ser chamado de Justiça. Nas nações mais evoluídas do mundo tudo se faz para resolver rapidamente as querelas entres os cidadãos, visando primeiramente a satisfação coletiva de segurança e Justiça igualitária. Nos Estados Unidos por exemplo, uma colisão de veículos simples, leva os envolvidos diretamente a presença de um juiz e a prolação de sentença imediata, muitas vezes o culpado já ficando detido, ou pagando fianças compatíveis com os estragos feitos. No Brasil, normalmente, se faz um mal acordo a se demandar na justiça. Isto só acontece quando uma das partes não quer pagar, então entra em litígio e fala para o opositor entrar na justiça.
O sistema jurídico nacional está um caos, impossível de se obter qualquer coisa assemelhada a Justiça. A começar pelo principio básico de que: “Tratar igualmente a desiguais não é uma igualdade justa mas uma desigualdade flagrante”. No Brasil comumente os poderosos praticam toda espécie de delitos e crimes impunemente e servem de amostragem para todo o povo brasileiro que aqui quem rouba muito é que está certo. A classe média como em todos os lugares do mundo sustenta a nação e a classe pobre é que paga por todos os pecados.
Precisa-se urgentemente de se esclarecer o povo brasileiro que tudo isso pode ser mudado, que ele é o senhor da nação, é a razão da existência das instituições, do governo, da Justiça, e que se ele povo não lutar com as armas de que dispõem, o sofrimento não terá fim, ou melhor, será cada vez maior e insuportável. Que ele seja ilustrado com exemplo da marcha sobre a Bastilha pelo povo Francês, munido de facas, foices, paus, no auge do desespero e do sofrimento ocasionados pelo governo opressor. O que temos de fazer, alem de cumprir nossa obrigações de cidadãos, é vigiar, denunciar, tudo de errado que vermos, votar em candidatos comprometidos com a ética, moral, bons costumes, honesto, trabalhador, e vigiá-lo também, porque em contato com os demais, quase todos corruptos ativo e passivamente, sofrerá uma pressão muito grande de transformação para se juntar aos maus elementos. Isto e compreensível, porem inaceitável; portanto precisamos manter vigilância total e continua sobre o elemento que foi objeto de nossa confiança, ganhando nosso voto. Mas, verdade verdadeira, precisamos mesmo é de orar, rezar muito, para que Deus em seu infinito amor pela humanidade, nos ajude a reverter o quadro sinistro de nossa Justiça, mostrando-nos a Sua Infinita Justiça Divina e Eterna.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br
segunda-feira, 14 de abril de 2008
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