terça-feira, 8 de abril de 2008

Liberdade libertina 2

Semana passada li nos jornais que lá na Holanda estaria sendo votada uma lei permissiva de relações sexuais nos parques públicos. Quase não acreditei. Esta semana a França parece que, não querendo perder a primazia de inovar também colocou em votação lei idêntica... Meu Deus! Os evangélicos parece que estão certos dizendo que está próximo o fim do mundo e a volta de Jesus Cristo. Completo eu: é realmente o caos, o fundo do poço, o desvario total indicativo de uma humanidade desnorteada e capitulada diante das manobras perversas e enganosas de modernidade, de liberdade, das quais os governos usam e abusam para manter o povo sob controle e sem visão de suas estripulias, falcatruas, enfim, caminhando rapidamente para sua própria destruição moral, ética e religiosa.
Se tal lei for aprovada na Holanda e na França, brevemente com a nossa mania de copiar o que se faz lá fora, aqui também teremos o desprazer de presenciar cenas lastimáveis de homens se igualando aos animais irracionais; da humanidade esquecendo-se do amor, menosprezando sua própria inteligência e racionalidade cristã, partindo velozmente em direção ao desmoronamento total daquilo que é a base de toda vida no universo: a família.
Mas não pensemos que se chegou a este estado de coisas por acaso. Isto vem ocorrendo ao longo dos anos dia a dia, ano a ano, promovido pela mídia, com o beneplácito do governo, fazendo vistas grossas e não usando de sua prerrogativa necessária e indispensável na proteção de seu povo, que é uma censura firme e protetora dos bons costumes. Ao contrário, o que temos visto é o governo pregando a liberdade, como se esta fosse uma coisa irrestrita, total e direito absoluto de uso de todos os cidadãos. Sabemos que a liberdade só é boa quando preserva a integridade e o direito de uso da cidadania plena sem ofensas ou arranhões a liberdade alheia.
Jesus Cristo mostrou-nos cabalmente, com atos e palavras que não se deve abrir mão das necessidades vitais inerentes a cada um de nós, quando expulsou os vendilhões do templo sagrado que estava sendo usado inadequadamente.
Queridos irmãos e queridas irmãs em Cristo: é mister que ajamos com urgência, firmeza e determinação no sentido de nos defendermos desta orgia de luxúria e destruidora de nossas famílias e de nossos lares. Faço deste minifúndio de papel um apelo dramático de cunho político, social e religioso, a todas as autoridades civis, militares e religiosas, que comecem a dirigir suas ações no sentido de proteger-nos desta modernidade delituosa, que poderá nos conduzir a implosão total das famílias brasileiras.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

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