segunda-feira, 7 de abril de 2008

Liberdade libertina

Após uma pausa de quase vinte anos retomo hoje 6 de março de 2008 com a ajuda de Deus a escrita sobre diversos temas sempre objetivando colocar o que penso ao alcance dos que me lêem visando sobretudo uma melhoria e um crescimento espiritual e intelectual de cada um de nós, afim de que, se possível, consigamos melhorar um pouco que seja o nível de entendimento entre os homens.
Inicialmente, destacaria a violência que impera na humanidade. Vale aqui uma pequena mas necessária avaliação das possíveis causas desta violência.
A ambição, ganância e inveja formam o tripé de apoio da origem;
Os meios de comunicação que deveriam formar uma opinião pública sadia são ao contrário, péssimos agentes nesta formação.
Os governos, que deveriam se preocupar em proporcionar ao povo o seu desenvolvimento pleno com saúde, paz, moradia, alimentação, ao invés, cuidam de seus interesses espúreos muitas vezes megalomaníacos procurando um enriquecimento próprio e de seus apadrinhados em detrimento do povo.
Atualmente fala-se, escreve-se, mas faz-se muito pouco para reverter o quadro triste da falta de uma distribuição justa de riquezas e de se colocar o cidadão em pleno uso de seus direitos e no exercício de sua cidadania. O mundo inteiro se preocupa na defesa do meio ambiente, na defesa das liberdades individuais, mas estamos todos nos esquecendo de discernir entre direitos e obrigações de cada um para com o próximo e deste para com cada um de nós. Não há a menor possibilidade de relacionamento humano sadio sem haver respeito aos direitos individuais e coletivos. A liberdade está sendo vilipendiada pelas más interpretações e usada indiscriminadamente sempre de acordo com os interesses próprios individuais. Estamos todos nos esquecendo da máxima aprendida com nossos pais, de que nossa liberdade termina onde começa a do próximo.
Este tema, Liberdade, pode ser o ápice de todas as discussões modernas sobre ética, moral, costumes, etc, que estão trazendo soluções verdadeiramente preocupantes, visto que mudam radicalmente os conceitos que fundamentam a constituição de uma família cristã e sadia.
Josué Antonio
josuevon@oi.com.br

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